quarta-feira, 29 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Experimentando texturas - Frotagem
Através da técnica de Frotagem (significa esfregar), os alunos usaram folhas naturais, superfícies dentro da escola e lápis de cor, esfregaram o lápis sobre a folha branca, e assim transferindo o desenho da superfície abordada para a folha branca.
Construindo a primeira animação - Fenaquistoscópio
O fenaquistoscópio foi o primeiro brinquedo que
realmente criava a ilusão de movimento. Inventado entre 1828 e 1832 pelo
cientista belga Joseph Plateau, é formado por dois discos de papel ligados um
ao outro por meio de uma haste fixada em um orifício no centro de cada disco.
Um dos discos possui uma sequência de imagens pintadas em torno do eixo e o
outro possui frestas na mesma disposição. Quando os discos são girados, o
espectador vê as imagens do primeiro disco em movimento através das frestas do
segundo.
Partimos de um pequeno roteiro, passamos para o storyboard e por fim a elaboração do nosso brinquedo.
Descobrindo os princípios da Sétima Arte
O Taumatrópio é
um brinquedo óptico que consiste num disco com uma imagem diferente em cada
lado, e um fio ou elástico nas duas extremidades. O objetivo é sobrepor as imagens
como se fossem só uma, através da rotação do disco. Para isso, enrolam-se os
fios e a seguir puxam-se, ou girando apenas os dedos. Enquanto o disco roda as
imagens fundem-se criando a ilusão de ser apenas uma única imagem.
A
palavra taumatrópio significa “que se transforma em algo maravilhoso”. A
invenção do Taumatrópio teve como objetivo justificar um fenômeno de ilusão de
óptica denominado persistência retiniana. O seu autor foi o médico e
físico inglês John Ayron (ou Ayrton), em Paris. Há algumas dúvidas quanto à
data do invento, que oscila entre 1824 e 1827. No entanto, o Thaumatrope foi
descrito pela primeira vez por este investigador no livro “Philosoohy in Sport
made Science in Earnest” de 1827.
Trabalhando a tecelagem
A tecelagem é conhecida por ser uma das
formas de artesanato mais antigo ainda presente nos dias de
hoje.
Há cerca
12.000 anos, portanto, na Era Neolítica,
os primeiros homens usavam o princípio da tecelagem entrelaçando pequenos
galhos e ramos para construir barreiras, escudos ou cestas. Teia de aranha ou ninho de pássaros podem ter sido as fontes
de inspiração tal trabalho. Uma vez que essa técnica já era conhecida é muito
provável que o homem primitivo tenha começado a usar novos materiais para
produzir os primeiros tecidos rústicos, e, mais tarde, vestuário.
A data
exata de quando nossos ancestrais abandonaram suas peles de animais e passaram
a ser proteger e se vestir usando fibras entrelaçadas, tanto de origem animal
quanto vegetal, ainda não foi definida pelos estudiosos.
Escavações
arqueológicas têm encontrado material feito de fibras fiadas e entrelaçadas,
mas esses "tecidos" são muito grosseiros e estão mais parecidos a
cestas de trabalho. O exemplo mais antigo de tecido descoberto na Europa, na costa Dinamarquesa,
data do fim da Era
Mesolítica, entre 4600 e 3200 a.C., mas as descobertas no Peru, no alto da 'Sierra
del Norte' são muito mais antigas.
O primeiro
tear foi provavelmente algo tão simples quanto uma estrutura vertical
construída de galhos, no qual os fios eram pendurados e tensionados. Outros
fios eram então entrelaçados manualmente, a um certo ângulo daqueles já
tensionados, criando um tecido rústico.
Aos Gregos é atribuída a transferência do tear de
posição vertical para a horizontal, e aos egípcios a fixação dos fios de urdume em dois
galhos a fim de poderem ser separados de modo a facilitar o entrelaçamento dos
fios.
Teatro de sombras
O teatro de sombras é
uma arte muito
antiga, originária da China, de onde se espalhou para o mundo, sendo atualmente
praticada regularmente por grupos de mais de 20 países.
Existe uma lenda chinesa a
respeito da origem do teatro de sombras. No ano 121, o imperador Wu Ti, da dinastia Han,
desesperado com a morte de sua bailarina favorita,
teria ordenado ao mago da
corte que a trouxesse de volta do "Reino das Sombras", caso contrário
ele seria decapitado.
O mago usou a sua imaginação e,
com uma pele de peixe macia
e transparente, confeccionou a silhueta de
uma bailarina. Depois, ordenou que, no jardim do palácio, fosse armada uma cortina branca contra
a luz do sol, de modo que deixasse transparecer a luz.
No dia da apresentação ao imperador e sua
corte, o mago fez surgir, ao som de uma flauta, a
sombra de uma bailarina movimentando-se com leveza e graciosidade. Neste momento, teria surgido o teatro de
sombras.
Realizamos um estudo sobre teatro de sombras. Depois concordamos em experimentar um pouco de luz e sombra, que já havíamos estudado.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Saída Fotográfica: Olhares do Cotidiano
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